Instituto Gabriel Resende

Reposição hormonal · saúde hormonal · acompanhamento médico

A menopausa não precisa custar a sua energia, o seu sono e o seu humor.

Reposição hormonal conduzida com critério médico, exames e acompanhamento. A via certa (gel, adesivo ou implante) e a dose são definidas para o seu caso.

Dr. Gabriel Resende · CRM-DF 27381 · CRM-GO 26801

O que muda

Ondas de calor, insônia, humor e névoa mental têm explicação hormonal.

Ondas de calor e suores noturnos

Sono ruim e cansaço

Oscilação de humor e irritabilidade

Dificuldade de concentração (“névoa mental”)

Ressecamento e queda da libido

Ganho de peso e mudança na composição corporal

Como tratamos

Individualizada, do início ao acompanhamento

A reposição é individualizada: a escolha entre gel, adesivo transdérmico ou implante e a dose dependem da sua avaliação clínica e dos seus exames.

Ilustração abstrata simbolizando aplicação em gel

gel

Ilustração abstrata simbolizando adesivo transdérmico

adesivo transdérmico

Ilustração abstrata simbolizando implante subcutâneo

implante

A via transdérmica (gel e adesivo) tem um perfil de segurança vascular descrito na literatura, e costuma ser preferida em pacientes com fatores de risco.

Isso porque o hormônio aplicado na pele não passa pelo fígado da mesma forma que o comprimido. Ainda assim, nenhuma via é isenta de avaliação: indicação, dose e acompanhamento são sempre definidos individualmente.

Além da menopausa

Saúde hormonal é mais amplo que reposição

Mulher de meia-idade sorridente, amarrando o tênis, em roupa esportiva, representando saúde hormonal ativa

Saúde hormonal da mulher

Abordagem hormonal individualizada também para endometriose, miomatose e TPM severa (TDPM), definida após avaliação clínica.

Foto de paciente representativo da reposição masculina

Reposição masculina

Homens com sintomas de baixa testosterona, confirmada por exames, com acompanhamento.

Sério, não estético

Reposição hormonal não é chip da beleza.

É conduta médica individualizada, com exames e acompanhamento.

Sociedades médicas brasileiras alertam contra implantes hormonais manipulados vendidos com promessa estética.

Aqui, a conduta segue na direção oposta: indicação definida por exames, hormônios apropriados e monitoramento contínuo, com objetivo de saúde.

Quem avalia

Nem toda pessoa é candidata. Tudo começa pela avaliação.

A indicação considera idade, sintomas, histórico e contraindicações. Nem toda pessoa é candidata, e é por isso que tudo começa por uma avaliação.

Perguntas frequentes

A partir de que idade fazer reposição hormonal?
Não existe uma idade fixa. A literatura descreve uma janela mais favorável quando o tratamento começa antes dos 60 anos ou dentro de 10 anos da última menstruação. O que define a indicação são os sintomas, o histórico e os exames, avaliados caso a caso.
Reposição hormonal causa câncer?
Essa resposta é individual. Existem situações em que a terapia hormonal é contraindicada, como histórico de tumores sensíveis a hormônio, e situações em que os benefícios superam os riscos. Por isso a decisão é tomada caso a caso, com exames, avaliação de histórico e acompanhamento contínuo.
Gel, adesivo ou implante: qual é melhor?
Não há um melhor universal. A via e a dose são definidas pela sua avaliação clínica e pelos seus exames. A via transdérmica (gel e adesivo) tem um perfil de segurança vascular descrito na literatura e costuma ser preferida em pacientes com fatores de risco.
Reposição hormonal é o mesmo que chip da beleza?
Não. O chamado chip da beleza é um implante manipulado com apelo estético, alvo de alertas de sociedades médicas brasileiras. A reposição hormonal séria é conduta médica individualizada, com indicação por exames, monitoramento e objetivo de saúde, não de estética.
Homens também fazem?
Sim, quando há indicação: sintomas consistentes de baixa testosterona confirmados por exames laboratoriais repetidos. Não se trata de rotina para todo homem. O tratamento é monitorado ao longo do tempo, com reavaliação periódica de sintomas e exames.
Preciso de exames antes de começar?
Sim. A avaliação inclui história clínica, sintomas, contraindicações e exames laboratoriais, que orientam indicação, via e dose. O acompanhamento continua depois do início do tratamento, para ajustar a conduta e monitorar a segurança.

Indicação, via e dose dependem de avaliação clínica e exames. Resultados variam de pessoa para pessoa. Não há promessa de resultado.

Energia, sono e humor merecem avaliação, não adivinhação.

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